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25 abril 2015

Pode fazer um monte! Não tem açúcar!

Eu ainda gosto de usar minhas revistas de artesanato para pegar algumas inspirações, pesquisar alguma coisa de vez em quando. Mas o Pinterest... pra mim é hoje a melhor fonte de inspiração. Eu simplesmente amo essa rede social. E entre muitos achados de hoje, a imagem de um donut ganhou em fofura. Fácil de fazer e o resultado é lindo. Eu já o imagino decorando uma mesa de chá, uma festinha infantil... (com alguns de verdade para não sacanear a criançada, por favor!) ou  em casa mesmo, na cozinha como imã de geladeira, lembrança de um chá de cozinha. :)

27 março 2014

Bancando a tapeceira

Eu poderia dar mil desculpas por ter ficado tanto tempo sem postar. Posso culpar a correria das festas de  fim de ano, as encomendas de Natal, os cuidados com o Arthur, os preparativos da festa de aniversario dele, os pedidos grandes que entraram em janeiro, a reforma que fizemos em casa. Mas a real é que diante de todas essas tarefas, não priorizei o blog. Não consegui sentar para escrever. Minhas sinceras desculpas a quem entrou aqui varias vezes e não viu nada de diferente.

Enfim, em meio a correria, fiz uma peraltice aqui em casa com duas poltronas da sala. Elas já estavam com o estofamento bem gasto. Soltavam  pedaços do tecido quando sentava nelas.
Tambem não é por menos. Como praticamente 80% dos móveis aqui de casa,  as duas já possuiam uma historia de vida antes de vir pra cá. Compramos de um casal que foi morar fora do Brasil há quase quatro anos, e as repassou por um preço camarada.

Com a grana curta para mandar reformar, à principio pensei em fazer uma capa. Mas quando vi que conseguia costurar e pregar o tecido na madeira, resolvi me arriscar e fazer o trabalho completo.
Escolhi o tecido com base em dois quesitos: resistência e facilidade de limpeza. Com uma criança e dois cachorros são qualidades super importantes! Pesquisando na net descobri o Aquablock, da Karsten. Há um catálogo enorme cheio de opções de cores e estampas no site da marca. Encontrá-lo também foi fácil. Nas imediações da 25 de março, descendo a ladeira porto geral, primeira direita e próxima esquerda, você encontra algumas lojas de tecidos para decoração, acessórios de cortina, estofados e tapetes.

Quando desmontei a primeira poltrona percebi que uma espuma fina, de 1cm, era colada e costurada ao tecido. A busca pela espuma me fez conhecer mais uma região segmentada de São Paulo. Na Av. Rangel Pestana e redondezas você encontra diversos tipos de espumas. De estofamento a isolamento acústico.  Além de inúmeras opções de tecidos, inclusive couro, e placas de E.V.A. Fica razoavelmente perto da região da 25 de março e é paralela a Rua do Gasômetro,  conhecida por ter inúmeras lojas voltadas á marcenaria.


Usei cola de contato (ou cola de sapateiro) para unir tecido e espumas e muita força para esticar e grampear o tecido na madeira. Paguei R$ 25 no grampeador em uma loja da Rua Florêncio de Abreu, paralela à 25 de março. O resultado final foi esse. 


As poltronas não ficaram com a mesma qualidade e acabamento do que se fossem feitas por um tapeceiro profissional, mas boas o suficiente para acolher e decorar a sala. 


22 julho 2013

O papel é de parede, mas você pode usá-lo onde e como quiser

Quem nunca teve vontade de mudar o visual das paredes da casa, mas desistiu assim que lembrou da sujeira e do trabalho que dá lidar com tintas. Sem falar do cheiro que algumas deixam no ambiente por um bom tempo. Para quem tem bronquite e um bebê em casa, como é o meu caso,  tem que querer muito.

Ainda bem que hoje existem alternativas bem mais fáceis, limpas e baratas pra isso. Além do tecido adesivo (que merece um post só ele, deixarei para outro dia) o papel de parede tem se destacado por sua versatilidade.

Não importa o ambiente: quarto, sala, cozinha, banheiro, escritório, ele dá um toque todo especial. Basta combiná-lo com os móveis e os com outros objetos de decoração. As opções são inúmeras. Há milhares de cores e estampas para alegrar todos os gostos e bolsos.





O papel de parede surgiu como um elemento decorativo na China, há 200 anos antes de Cristo. Era feito com papel de arroz, todo branco, sem qualquer detalhe. Quando passou a ser produzido com pergaminho vegetal ganhou cores e motivos que a princípio eram pintados à mão por artesãos e posteriormente passaram a ser feitos com carimbos de madeira.

Graças a modernização da indústria brasileira e a redução dos custos, em 1960 o papel tornou-se um revestimento de paredes popular. Até então, só era possível importando-o da Europa. O auge nas decorações aconteceu nas décadas de 70 e 80.

Por ser um revestimento de fácil aplicação e longa durabilidade, o papel de parede voltou com tudo nos projetos de decoração.
 
A variedade de estampas é imensa, inclusive para os saudosistas. Quem estiver afim de dar um toque retrô ao ambiente, existe uma loja virtual especializada em motivos dos anos 70.
 
A tecnologia também marca presença. O renomado designer de luminárias, o alemão Ingo Maurer desenvolveu um papel de parede todo iluminado. Isso porque ele tem lâmpadas LED incorporadas à sua malha que acendem quando acionadas.


 
 Se você tem pouco espaço e não abre mão da organização, a dica é o papel de parede Pocket Wall, criado pela designer polonesa Maja Ganszyniec. Produzido com um material sintético, ele possui bolsos (isso mesmo que você leu, BOLSOS) de diversos tamanhos para guardar seus apetrechos. Pra que prateleiras ou gavetas, minha gente?!


Até as crianças têm um papel de parede desenvolvido especialmente para elas. A Burgeplex lançou uma linha de papéis em preto e branco prontinhos para serem coloridos. Agora sim, a molecadinha vai poder pintar a parede a vontade.

 

Aqui em casa, eles também marcam presença. Como já disse aqui, o quarto do Arthur foi composto por móveis usados. Para forrar as gavetas da cômoda e as prateleiras que criamos no guarda-roupa, usei papel de parede. Ficou perfeito! Além de cobrir algumas imperfeições, facilitou a limpeza e deu um charme a mais na parte interna dos móveis.  

Na época, como eu também estava bem insatisfeita com as paredes dos degraus da escada, aproveitei o frete e comprei um outro rolo. Para não errar na combinação optei por cores suaves e de estampa simples. 


Graças ao papel, as paredes podem ter bolsos, luzes, brincadeiras e não só ouvidos. Com um pouco de paciência e cuidado para não criar bolhas, você mesmo pode aplicá-lo. A prova disso é que eu fiz tudo isso sozinha e com uma barriga enorme de 8 meses de gestação. Viu como não tem desculpa para mudar o visual da sua casa?

Fontes:
www.tecmundo.com.br
www.wikipedia.com
www.majagan.com
www.burgerplex.com

01 junho 2012

Porta-temperos com potes reciclados

Depois de tanto tempo sem postar aqui, qualquer explicação seria ridícula. Tenho tantas novidades, tantas idéias para contar que por isso, vou direto ao post. ;) 

Há tempos estou a procura de um porta temperos que armazenasse uma variedade grande de condimentos. Eu adoro brincar na cozinha. Sentir o gostinho picante do curry, o frescor do orégano ou ver o colorido proporcionado pelo coloral e pelo açafrão são super importantes p'ra mim durante o ato de cozinhar. Por isso, os conjuntos que eu encontrava não supriam a minha necessidade (a maioria vem só com seis potes) ou eram muito caros para o meu bolso. Além disso eu tenho um probleminha de espaço na minha cozinha, por isso também não podiam ter um suporte muito grande.

Por esses dias, minha mãe trouxe um monte de vidrinhos com tampa para eu guardar miçangas e botões (quando ela não consegue juntar vidros e frascos, pede para alguém que consuma bastante determinado tipo de produto). Enquanto eu os lavava, lembrei de uma ideia que vi numa revista que resolveria meu problema na cozinha. Dezesseis temperos decoram minha cozimeu cantinho.
Eu não usei pregos ou parafusos para colocar as tampas. Hoje em dia, existem disponíveis em casas de materiais de construção colas super potentes que são usadas para fixar ou vedar diversos tipos de materiais. Eu fiz o teste com duas colas: a Prego Líquido e a FixTudo. A primeira não suportou a pressão de rosquear o pote. O vidro caiu e foi uma lambança só. Mas a FixTudo aguentou bem o tranco e nem com muita força consigo tirar os vidrinhos dali. 

Fuçando pela internet achei mais algumas ideias bacanas que podem servir de inspiração. 
 

Se os seus potes não possuem tampas coloridas, você pode pintá-las com tinta acrílica.  
                             
E se usar vidros é uma preocupação p'ra você, algumas marcas de maionese usam embalagens de plástico. Enfim, possibilidades não faltam e o resto é com a sua criatividade. 

Veja também:

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